Quando a luz é muito forte, ela projeta uma sombra: Uma análise da música Interlude: Shadow

(BTS (방탄소년단) MAP OF THE SOUL : 7 ‘Interlude : Shadow’ Comeback Trailer, BTS Official Facebook, 2020)

Por: Alicia Lana e Gabrielly Guimel 
Revisado por: Elinaete Sabóia e Rafaela Silva

A música ‘Interlude: Shadow’, segundo o produtor musical Lewis Texidor em termos de composição musical, não possui uma estrutura comum de uma faixa pop usualmente usada pelo BTS na escolha de suas músicas voltadas para esse gênero, em uma opinião particular, para ele a faixa é uma viagem selvagem.

O vinil que crepita no início da faixa dá um ar nostálgico relembrando a sample da ‘intro: O!RUL8,2?’ lembrando o início de carreira no Bangtan. As primeiras linhas de SUGA soam como um sussurro, carregados do efeito de reverberação, usados em produção musical para oferecer uma sensação de eco.

“Eu quero ser um rapstar, eu quero estar no topo, 
eu quero ser um rockstar, eu quero ser somente meu”
Interlude: Shadow (BTS, 2020)

Caso você tenha pensado que SUGA era doce, ele não é. A faixa ‘Shadow‘ se assemelha bastante com a sonoridade que escutamos ao ouvir as mixtapes de Agust D, algo parecido a uma mensagem de rebelião. O solo de guitarra distorcida no fundo, no final os vocais carregados de distorção, ao som super nervoso de um alto falante que acabou de estourar. O que marca o impacto da faixa é a partir da segunda metade, quando ocorre a mudança de tonalidade, uma mudança de tempo que dificilmente se ouve no pop e usualmente é ouvida no rock ou em outros gêneros. 

Ouça ‘Interlude: Shadow’:

Esse é o modo “boy spits fire” no estilo hardcore do rapper que expõe os fatos, sendo bastante explícito sobre as partes mais obscuras, sentimentos sombrios e as experiências compartilhadas através da abordagem de confronto.

“Tente sorrir - por que você está hesitando?
Não era esse o tipo de coisa que você esperava?
Ou chore - do que você tem medo?
Não era esse o tipo de coisa que você queria?
A vida que você esperava, a vida que você queria
A vida que você escolheu: você conquistou tudo sem arrependimentos”
Interlude: Shadow (BTS, 2020)

SUGA criou e marcou a sua signature na escolha das progressões de acordes nas suas produções e em ‘Shadow’ não seria diferente, quando escutamos a  faixa sabemos definitivamente que foi ele que a produziu, desde a escolha dos instrumentais ricos mais voltados para o hip-hop à harmonia que se encaixa perfeitamente no flow do seu rap.

SUGA trouxe um quebra estrondosa, barulhenta e explosiva

Normalmente quando escutamos esse tipo de acontecimento em uma faixa musical, ele se apresenta em trilhas sonoras de filmes, músicas do gênero rock e metal progressivo, no jazz ocorre tal efeito, porém esse tipo de recurso tende a ser usado ao longo da música e é aí que o rapper surpreende, trazendo uma proposta completamente diferente, como entoa as palavras de Texidor “Isso foi uma loucura, nunca é de se esperar ver isso acontecer”, afirma. 

No livro ‘BTS: The Review’, o pesquisador de K-pop Kim Youngdae descreve SUGA como “o talento escondido e a espinha dorsal musical do BTS.” Isso prova a versatilidade do rapper em abranger, no seu portfólio de sonoridades, possibilidades de gêneros e experimentações. Essas palavras se confirmaram em uma live que ocorreu na plataforma Vlive, quando o líder RM, fala sobre as recomendações de artistas de jazz vindas de SUGA quando ainda eram trainees antes do debut e os nomes citados, foram os dos pianistas norte americanos, Bill Evans e Billy Joel.

Segundo o canal Form Therapy, no vídeo “The Kulture Study: BTS “Interlude: Shadow” Comeback Trailer MV”, ‘Interlude: Shadow’ é um vídeo muito poderoso, para PD, — como o produtor é chamado, essa é uma das melhores faixas solos do rapper SUGA, “eu realmente gosto de ‘First Love’, quero dizer, Agust D é obviamente boa”, continua discursando sobre as atuais produções do Bangtan, “eles apenas ficam melhores, soando melhor do que qualquer coisa que já lançaram antes.”

Em uma análise profunda da letra, ele acredita que no início da música, SUGA estava tendo um diálogo consigo mesmo, questionando os seus anseios sobre o seu futuro. As primeiras linhas de abertura parecem ser de duas coisas: uma é do tamanho da importância das palavras que o rapper diz a si mesmo que apontam o que ele gosta e o que ele quer, mas que no fundo não é o que ele realmente anseia. O segundo,  são as linhas que relembram seus sentimentos no início da carreira, ele queria ser uma estrela do rap, ele queria estar no topo, ele tinha um sonho, porém há algo nesse processo que se tornou obscuro, então a letra de acordo com ele, pode representar essas duas coisas.

Quando a luz é muito forte, ela projeta uma sombra

É a imensidão das luzes dos celulares que contrasta com o topo adquirido pelo sucesso. SUGA, mesmo consciente do que está acontecendo na sua vida, que é o seu palco diário, quer tentar e continuar sendo o rei, o rapstar, o rockstar para o público que o acompanha.

As cores no MV na segunda parte da música ficam intensas e saturadas, será que elas simbolizam SUGA, que está com raiva desse comportamento vindo dos fãs obsessivos e dos haters? Lembrando que uma das cenografias usadas para ilustrar o MV, foi do trabalho de Anish Kapoor (2007), chamado ‘Svayambhu’, origem da palavra sânscrita que significa “autogerado” ou “gerado automaticamente”. A peça em si é um grande pedaço de cera vermelha que era colocada em uma pista. Conforme a cera se movia lentamente de um cômodo para outro, deixava-se um rastro de cera, tanto no chão quanto nas portas por onde passava. Esse trabalho estrelado por Kapoor está relacionado a pensamentos de conflitos globais, princípios morais e sentimentos de desgaste.

(BTS (방탄소년단) MAP OF THE SOUL : 7 ‘Interlude : Shadow’ Comeback Trailer, BTS Official Facebook, 2020

ANISH KAPOOR, Musée des Beaux-Arts de Nantes 2007, Svayambh

SUGA está cansado, porém essa exaustão o levou a raiva. Durante esse segundo ato do music video, o rapper não somente profere, mas cospe as palavras com força, palavras que estão carregadas de sentimentos, ações e vivências, se na música ‘Persona’, interpretada pelo rapper RM, ela se compõe como um conjunto de diferentes máscaras sociais que usamos dependendo da personalidade do nosso ambiente que tentamos retratar para os outros.

Em ‘Shadow’, a sombra é o primeiro estágio do inconsciente* no qual  você encara os seus medos, que te levará ao feedback negativo e a punição de outras condições que você fez, mesmo não demonstrando esses traços, eles permanecem dentro de você. (Todos esses termos psicológicos serão explicados mais à frente).

Sonhos, juventude e realidade, é o que SUGA se interessava em falar, em entrevista à revista GRAZIA, em 2016, antes do lançamento da sua primeira mixtape, Agust D. Na época, o jovem contava sobre como a sociedade é dura em relação aos adolescentes em torno dos 20 anos, principalmente quando se é estudante e como o bom êxito disso pode te levar ao sucesso.

SUGA sabia que uma conversa era necessária, então ele começou uma, o rapper discursava francamente sobre como é complicado ser jovem nessa faixa etária, com muitas cobranças e mesmo assim ter sonhos e objetivos, como uma geração “N Po”, uma geração que vive em um ambiente instável, tendo muitas coisas a perder e desistir.

“As pessoas caem no desespero porque não veem futuro. Se verem a luz, elas podem se dirigir à ela. Mas eles caem em desespero quando não veem que não há luz para guiá-los. Esse é o motivo pelo qual eu quero consolá-los através da minha música”, afirma o rapper (GRAZIA, 2016)

Essa luz é um dos sinônimos do seu nome para ‘brilho’, Min Yoongi utiliza o universo de ‘Map of the Soul:7’, e explora os “dark sides” da sombra e a personalidade que fazem parte de nós. A música tecla na tônica das esperanças que SUGA tinha quando era jovem, quando estreou como uma estrela do rap e no mundo no topo das paradas. O idol compartilha que conforme sua fama crescia, sua sombra crescia, quanto mais brilhante a luz que brilhou sobre ele, mais forte a sombra se tornou ele. O jovem lutou com a fama e a maneira como isso aconteceu o mudou como pessoa. ‘Interlude: Shadow’ é esta luta entre as suas personas, quando seu nome artístico SUGA, seu nome de nascimento Yoongi e seu alter ego, Agust D, começam a fazer parte dele mesmo, como um só.

As várias faces de SUGA: Uma relação entre ‘Interlude: Shadow’ e a Psicologia Analítica

SUGA, Agust D photoshoot, Dispatch, 2016.
AgustD ‘대취타’ (Daechwita) MV behind cut [200523]
BTS Official Blog 2020  

A era ‘Map of The Soul’ possui conexão não só com as eras anteriores do BTS, como também com a Psicologia Analítica de Carl Jung. Pensando nisso, é a partir da leitura dessa teoria que será possível compreender as mensagens, músicas e conceitos de ‘Persona’ e ‘7’. Sendo assim, apresentaremos uma análise psicológica geral de Shadow, lembrando que esta análise traz consigo interpretações e reflexões da autora.

Começando pelo título, a tradução literal para Shadow é sombra. Costumeiramente, na Psicologia, esse termo é definido como a expressão daquilo que não é considerado “bom” ou o que desejamos esconder. Desde que o rapper lançou a primeira mixtape como Agust D, percebemos que, sob esse nome, ele passaria a cantar aquilo que não cabia na persona de Suga. Em ‘Shadow’, a letra da música poderia facilmente se encaixar em alguma de suas mixtapes, pois expõe mais suas experiências pessoais de medo, dúvida e angústia.

“Por favor não me deixe brilhar” 
Interlude: Shadow (BTS, 2020)

No MV, as imagens mostram um Yoongi vestido de branco, cor que, em diversas culturas, representa o Bem e a luz, e outro, todo de preto, que, principalmente no ocidente, representa o Mal, trevas e escuridão. Nas cenas em que ele está de branco deitado ou contra uma parede, as sombras projetam-se sobre seu rosto. Porém, quando ele está em cima de um palco, vestido de preto, a iluminação é hiper exposta.

“A sombra cresce, e segue” 
Interlude: Shadow (BTS, 2020)

Para Jung, o Mal é parcialmente fácil de encontrar na Sombra. Mesmo que essa definição não caracterize a sombra como positiva, a teoria do desenvolvimento psicológico de Jung diz que, para poder elaborar símbolos, é preciso tanto o Ego quanto a Sombra. Dessa forma, a sombra também é importante para o desenvolvimento humano, para que a psique na escuridão encontre a luz (BYINGTON, 2019). 

Para Jung, essa Sombra se revela através da agressividade e transgressão (BYINGTON, 2019). Portanto, a faixa e o MV possuem elementos que demonstram isso. Uma cor muito presente nos cenários é o vermelho. Heller (2013) diz que essa cor remete ao sangue e ao fogo. Em filmes, por exemplo, geralmente vemos sangue ou fogo quando há cenas de luta ou morte.

(Glass, Trailer Official (Beast), Universal Pictures, Youtube, 2019)

Um filme que notamos algumas semelhanças com o music vídeo eo é “Fragmentado”. Resumidamente, conta a história de um homem, Kevin, com diagnóstico de múltiplas personalidades que sequestra três adolescentes, as quais passarão a conhecer as 23 facetas de Kevin e uma que está por emergir. Embora SUGA não possua esse diagnóstico, é interessante observar que todas as personalidades de Kevin estão contidas em uma só pessoa, assim como Agust D, SUGA e Yoongi também. Cada um se veste de uma forma diferente e se apresenta de forma distinta ao público.

“Não teremos mais medo. Somente através da dor você pode alcançar sua grandeza! O impuro é o intocado, o não queimado, o não morto. Aqueles que não foram dilacerados não têm nenhum valor em si mesmos e nenhum lugar neste mundo” 
Split (2017) dir. M. Night Shyamalan

Outra semelhança com o filme de Shyamalan,  são as cenas em que SUGA está numa sala rodeada de espelhos, mostrando imagens suas de diversos ângulos, além de exibir  objetos como um celular ou um microfone quebrando-os, fragmentando a imagem do rapper. Em vários textos do Painel Estações, aponta-se que, para a psicanálise freudiana, espelhos são uma busca pelo nosso mundo interno, pela imagem do outro que habita em si mesmo (MEDNICOFF, 2008). Esses dois objetos possivelmente significam que as mídias sociais e até o trabalho de SUGA como cantor podem rachar a visão que ele tem de si e do mundo.

Espelhos refletem imagens, e Carl Jung afirma que a psique é formada enquanto cria imagens (BARCELLOS, 2017). Temos a necessidade de transformar essas imagens em histórias, inserindo-as em um certo tempo. Contudo, os processos de formação da imagem não são lineares. Desse modo, o que SUGA apresenta em ‘Shadow’ pode ser parte da formação dele enquanto artista e pessoa. Por isso que, no MV, aparecem desenhos e o nome do álbum ‘O!RUL8,2?’. Além disso, ele transforma um trecho de ‘No More Dream’, ressignificando-o de acordo com seu momento presente.

“I want a big house, big cars and big rings”
No More Dream (BTS, 2013)
“I got a big dream... Big cars, big rings”
Interlude: Shadow (BTS, 2020).

Ele faz essa reinscrição das músicas enquanto SUGA, porém, uma vez que SUGA e Agust D são dois lados da mesma moeda, a letra reaparece em ‘What Do You Think’, sob o ponto de vista dele enquanto idol premiado e cujo topo não é mais o limite.

“I got a big house, big cars, big ring”
“Subindo alto, alto, ainda mais alto, ao ponto de vocês nem conseguirem me ver mais”
What Do You Think (Agust D, 2020)

Mencionamos que essa faixa apresenta os medos de SUGA enquanto artista.  Mesmo que em ‘What Do You Think’ ele diga que subiu muito, nos trechos do refrão que falam “Don’t let me fly”, vemos representações desse medo, como uma cena do MV antes do refrão em que mãos tentam alcançá-lo e puxá-lo para baixo. O medo é uma reação emocional que vem desde os nossos antepassados, alertando a presença de perigo (TOMLINSON, 2007). Assim, é até natural que, diante de certas experiências, ele reaja com essa emoção.

Ele deixa isso claro tanto na música quanto no MV também. Ambos possuem elementos encontrados em filmes de terror além de “Fragmentado”, como pessoas encapuzadas querendo arrombar a porta, portas se fechando sozinhas, corredor com paredes sujas, som de alarme e som de algo arranhando. As luzes vermelhas também aparecem bastante nesses momentos, como se fossem sirenes.

“Ninguém me disse como é solitário aqui”. 
Fonte: Tumblr, user: 20aagust

Essas cenas e sons se intensificam próximo ao fim da música, nela, visual e sonoramente, SUGA expõe toda sua angústia em som desconfortável, imagens misturadas, luz e sombra ao extremo e celulares com flashs bem em cima dele. Tudo isso se mistura porque, uma vez que SUGA, Yoongi e Agust D se tornam um só, ocorre o que a Psicologia Analítica chama de individuação. Nesse processo, emerge o Self, o qual abriga o Bem e o Mal, ou seja, a Consciência e a Sombra, a luz e a escuridão dentro de uma unidade (BYINGTON, 2019). É como se SUGA estivesse refletindo Yoongi e vice-versa. Perceptivelmente, verde é uma coloração que é mostrada em cenários do MV e que possui esse significado de “intermédio” (HELLER, 2013).

“Eu sou você, você sou eu, agora você sabe 
Somos um só corpo” 
Interlude: Shadow (BTS, 2020)

Então, como apontado nos parágrafos acima, pode-se dizer que a música mostra-se como um diálogo entre SUGA e ele mesmo, finalmente encarando suas versões sem reprimir-se ou fixar-se em apenas uma. Durante uma entrevista, inclusive, ele diz que buscou expressar que é preciso defrontar-se com tais sombras e seguir em frente. Durante esta análise, encontramos que Yoongi, como qualquer um de nós, possui sofrimentos e formas de mostrá-los. Enquanto músico, ele se expressa com arte, tocando todos nós, mesmo que a experiência dele seja tão singular quanto a nossa. Todos nós buscamos a integralidade.

Assista ‘Interlude: Shadow’: 

O que acharam desse feat do Olhar com o Estações? Comentem aqui embaixo, ficaremos felizes em saber!

Glossário

  • Boy spits fire: Menino que cospe fogo
  • Crepita: Crepita vem do verbo crepitar. O mesmo que: estala, tremeluz, tremeluzem, estraleja, cintila.
  • Sample: Utilizar trechos de registros sonoros antes realizados para montar uma nova composição (geralmente músical)
  • Reverberação: Persistência do som numa sala, após ter terminado a vibração da fonte que lhe deu origem; eco
  • Tonalidade: Qualidade de um trecho musical composto em um tom determinado: a tonalidade é indicada pela armadura da clave.
  • Distorção: Distorção e overdrive são formas de processamento de sinal de áudio usadas para alterar o som de instrumentos musicais elétricos amplificados, geralmente aumentando seu ganho, produzindo um tom “fuzzy“, “growling“, ou “gritty“.
  • Hardcore: Que age ou se expressa de maneira violenta e agressiva.
  • Signature: Assinatura identitária de um rapper, o que o faz ser reconhecido.
  • Acordes: Produção simultânea de vários sons: acordes harmônicos e dissonantes.
  • Harmonia: Reunião dos sons que são agradáveis aos ouvidos.
  • Flow: É uma terminologia usada no mundo do Rap para designar a maneira como o rapper “encaixa” as palavras e frases no instrumental (beat).

Referências

  • AGUST D. 어떻게 생각해? (What do you think?). Produzida por GHSTLOOP e EL CAPTXN. Escrita por: GHSTLOOP, EL CAPTXN e Agust D. CD digital, faixa 3. Big Hit Entertainment.
  • AGUST D.어떻게 생각해? (What do you think?) (English Translation). Genius [s.d]. Disponível em: <https://genius.com/Genius-english-translations-agust-d-what-do-you-think-english-translation-lyrics>. Acesso em 17/03/2021.
  • BARCELLOS, G. Psique e imagem: estudos de psicologia arquetípica; Rio de Janeiro: Vozes, 2017.
  • BYINGTON, C. A Sombra e o Mal. O paradoxo do Arquétipo Central. Um estudo da ética pela Psicologia Simbólica Junguiana. Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Analitica,v.37-1, p.221-230, 2019. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/jung/v37n1/11.pdf>. Acesso em 07 de mar de 2021.
  • FRAGMENTADO. Direção de M. Night Shyamalan. Estados Unidos: Universal Pictures, 2017. (117 min.)
  • HELLER, Eva. A psicologia das cores: como as cores afetam a emoção e a razão. São Paulo: Gustavo Gili, 2013.
  • MEDNICOFF, E. Dossiê Freud. São Paulo: Universo dos Livros Editora Ltda, 2008.
  • 방탄소년단 (BTS). Interlude: Shadow. Produzida por EL CAPTXN; GHSTLOOP; SUGA; escrita por: RM, Pdogg, GHSTLOOP, EL CAPTXN, SUGA; CD digital. Faixa 6. Big Hit Entertainment.
  • 방탄소년단 (BTS). Interlude: Shadow (English Translation). Genius, [s.d.]. Disponível em: <https://genius.com/Genius-english-translations-bts-interlude-shadow-english-translation-lyrics>. Acesso em: 08/03/2021. 
  • TOMLINSON, N. In Depth: Psychology. “Fear Factors.” CBC News. October 31, 2007.
  • Persona, Shadow e Ego: os significados dos nomes por trás do BTS. Rolling Stone, 20 de fev. 2020. Disponível em: <https://rollingstone.uol.com.br/noticia/persona-shadow-e-ego-os-significados-dos-nomes-por-tras-do-bts/>. Acesso em 08 de mar. 2021.

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