MARIANA MATHIAS

22, RIO DE JANEIRO - RJ
LETRAS, PORTUGUÊS, INGLÊS E LITERATURAS

Nascida em março de 98 no Rio de Janeiro, meus pais me nomearam Mariana. Professora, escritora, revisora e pesquisadora são alguns substantivos que também me nomeiam. Sou filha única de uma cinéfila e a mais velha de 4 netas onde sou responsável por sempre contar, inventar e ler histórias que ilustram a diversidade e a magia que o mundo  pode criar para três pequenas meninas. Apesar de estar sempre em constante mudança, gosto de histórias, livros,  doces, trabalhar, museus, artes e caminhar sentindo a brisa fresca e ver o colorir do céu ao som das minhas músicas favoritas. 

A curiosidade é uma das minhas melhores aliadas quem sempre me incentivou e me inspirou a conhecer e aprender um pouco de tudo, e foi com ela que conheci a cultura asiática e BTS. O contato com a cultura asiática começou com os filmes que minha mãe adorava assistir e com os jogos de fliperama. Tanto nos filmes quanto nos jogos, haviam cenários lindos e personagens intrigantes que me impulsionaram a fazer mais perguntas e a ler ainda mais sobre o continente asiático e a cultura de cada povo. Ao passar do tempo, essa curiosidade se acomodou enquanto conhecia outras culturas e línguas, mas numa noite chuvosa de setembro de 2017, ouvi no corredor do curso os assobios de DNA e fiquei curiosa com o tal boy-group chamado BTS, confesso que captou minha curiosidade, mas não me fez  apaixonar. Contudo, foi em 2018, com Fake Love, que o amor pelo BTS e toda curiosidade acerca da arte que eles produzem despertou. 

A arte que Bangtan e toda sua equipe produzem a partir de contos, filmes, teorias psicanalíticas, espaços arquitetônicos e paixão me fizeram não somente Army, como também reviveu minha curiosidade acerca da cultura asiática e despertaram meu olhar acadêmico para além das paredes da UFRRJ onde curso letras. Durante minha vida acadêmica, eu sempre pesquiso o que realmente desperta minha curiosidade, mas com BTS enxergo que podemos pesquisar e estudar também o que amamos. Apesar de estar envolvida com a arte singular do Bangtan de forma acadêmica, sinto que no campo acadêmico ainda há muito o que ser explorado acerca deles como arte e da cultura asiática no geral o que torna o BAA seja essencial para a construção desse conhecimento. Assim, o objetivo de estar aqui como revisora e escritora se torna um presente que posso dividir com vocês. 

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