Do Your Thang – Ato 1

Catharina Maciel, Juliana Follador e Kimberly Mello

O que é arte? Quais são as formas “corretas” de criar arte? Existe um padrão definido? Nós da equipe de arte do BAA acreditamos que o que define um artista é a sua forma de se expressar e criar, se você cria arte e se expressa por meio da mesma, por quê não cogitar em se considerar um artista? 

Esperamos que as definições de arte que serão trabalhadas por esta equipe lhe ajudem a compreender o universo artístico e lhe inspire a criar algo a partir do mundo que te cerca, assim como o BTS nos inspirou a fazer, tornando a arte um ciclo de inspiração.

“Eu acho que o que faz de alguém um artista é a capacidade de fazer modelos da sua intimidade. Fazer de algo físico um ser conforme é inspirado pelas suas emoções ou suas necessidades. Ou o que o público necessite.”

– Jim Carrey, Documentário I needed color.

Com essa introdução explicaremos a escolha do nosso primeiro tema que será abordado, qual se resume à uma análise e interpretação artística de Black Swan, o Art Film, performado pela MN Dance Company, onde para nós entre conversas e reuniões surgiram alguns questionamentos: “Por que o BTS convidou um grupo externo para realizar um vídeo?” “Qual foi a linguagem usada para abordar essa faixa e por quê existem duas versões da mesma?” Separaremos essa narrativa em 3 atos e esperamos que compreendam um pouco mais sobre o primeiro.

A partir desses questionamentos vimos a necessidade de contextualizar vocês sobre algumas inspirações utilizadas para a confecção desta obra, onde já em seu nome podemos realizar a analogia ao filme “Cisne Negro” em inglês “Black Swan”, entre nossa equipe temos a Catharina que estudou ballet durante muitos anos de sua vida, e a ela ficou responsável por contar a vocês um pouco mais sobre o ballet “O Lago dos Cisnes” e o filme “Cisne Negro”, afinal o filme retrata os recortes da peça e algumas interpretações subjetivas que sentimos que precisam ser levantadas por aqui.

O ballet “O Lago dos Cisnes” é formado por quatro atos do compositor Tchaikovsky e libreto por Vladimir Begichev e, narra a história de Odette (cisne branco), uma princesa que é amaldiçoada por um feiticeiro (Rothbart) para se transformar em um cisne durante o dia e retomar a forma humana durante a noite. Somente o amor verdadeiro e de fidelidade poderia quebrar o feitiço. O feiticeiro transforma a própria filha Odile (cisne negro) em uma versão sombria de Odette (cisne branco), para seduzir o príncipe, e fazê-lo escolhê-la como esposa ao invés de Odette (cisne branco). Na corte, o príncipe Sigfried que ama Odette (cisne branco), acaba sendo enganado pelo feiticeiro, se declara e escolhe Odile (cisne negro) como esposa. Quando ele percebe, ele corre para o lago, explica o que aconteceu e pede perdão. Odette (cisne branco) o perdoa mas ao invés de escolher ser cisne pelo resto da vida ela decide morrer. Siegfried escolhe se unir a ela para que  fiquem juntos para sempre.

Geralmente, nas apresentações de ballet a bailarina principal interpreta os dois papéis, Odile e Odette. No filme “Cisne Negro”, que é um suspense psicológico, traz no enredo a produção do ballet “O Lago dos Cisnes” por uma companhia de sucesso em Nova Iorque, na qual a bailarina profissional Nina (interpretada por Natalie Portman) é perfeita para o papel de Odette (inocente, pura e frágil). Enquanto isso, Lily (interpretada por Mila Kunis) é o oposto de sua colega Nina, confiante e sensual, mais cotada pelas características para interpretar Odile (cisne negro – sombrio, manipulativo e sensual). 

Nessa busca, o filme mostra cenas onde Nina começa a ter comportamentos duvidosos, e aos poucos vemos alguns indícios de alucinações. A narrativa mostra todo um processo de conflito com ela mesma, e visivelmente com a colega bailarina. No filme esse conflito é interpretado como o processo que ela precisa enfrentar, um lado que ela desconhecia ou escondia. 

No final do filme Nina se sobrecarrega sucumbindo a própria pressão e ambição em interpretar os dois papéis, mas após alcançar a perfeição que busca podemos entender que nessa busca ela se perde no processo.

Ao produzirmos essa análise, encontramos pontos complexos do M/V quais necessitam serem abordadas de forma mais profunda e por isso, essa, é apenas a primeira parte, de três atos.

“To me, the body says what words cannot. I believe that dance was the first art”

– Martha Graham

“Para mim, o corpo diz o que as palavras não podem. Eu acredito que a dança foi a primeira arte”

– Martha Graham

O Art Film possui a função de nos mostrar e potencializar os sentimentos transmitidos pelos movimentos do grupo de dança utilizando: o cenário, elementos sonoros, efeitos performáticos, fotografia (enquadramentos e iluminação) e movimentos de câmeras.  Convidamos você a analisar de forma intensa e imersiva a beleza dessa forma de produzir arte colaborativa, mas, antes de continuarmos, indicamos que assistam o vídeo ao menos uma vez usando fones de ouvido com o volume alto porém confortável. 

Na primeira vez, assista apenas prestando atenção ao que sente, você consegue explicar em palavras quais são as sensações que lhes são causadas pelo M/V? Pegue essa informação anote em algum lugar e em seguida prossiga conosco em uma análise um tanto quanto especial.

Caso deseje você pode acompanhar a nossa narrativa enquanto assiste novamente o vídeo e analisa nossas sugestões, inclusive sugerimos que anotem seus sentimentos e suas percepções.

“Um bailarino morre duas vezes — uma delas, quando para de dançar. E essa primeira morte é a mais dolorosa”

– Martha Graham

O Art Filme inicia-se com a frase da famosa coreógrafa Martha Graham como o primeiro elemento visual em uma tela completamente branca, cor que expressa paz, simplicidade, inícios, intimidade, e/ou o vazio. Na escrita, utiliza uma fonte, de certa forma comum, destaca “um bailarino morre duas vezes”, “dançar” e “morte”, reforçando a idéia da dança como uma forma de viver.

Gradualmente o branco dissipa-se e apresenta 7 pessoas caminhando no interior de uma estrutura vazia, inacabada e abandonada com predominância de uma paleta de cores frias misturado ao efeito sépia enquanto timidamente surge um “silêncio” quase que ensurdecedor do local sendo interrompido por passos e sons produzidos pelos bailarinos gerando eco até nos movimentos mais delicados. 

Durante quase um minuto permanecemos na mesma mudez do ambiente e temperatura de cor (uma sensação parecida com estarmos submersos em meio ao oceano), sendo convidados a observar e sentir a experiência do espaço de forma imersiva, sugerindo o frio, o vazio e a imensidão no interior do nosso ser.

Dois feixes de luzes fortes completam a primeira cena e durante a segunda, os personagens posicionam-se no centro do enquadramento em meio à 2 colunas como se estivessem posicionados dentro de uma moldura, com o complemento da água que além de levar a referência e significados da peça do Lago dos Cisnes, provoca reflexo de um espelho d’água. Tais elementos sugerem e reafirmam visualmente a presença do número dois: dois mundos, duas realidades, dois estados, o interno e externo. 

imagem cena 1  – plano aberto, os sete bailarinos caminhando sobre uma passarela estreita no centro da imagem
imagem cena 2 – Sete bailarinos estão parados um ao lado do outro, com o bailarino principal de costas  para a cena. Eles estão em meio a colunas e em frente a uma grande poça de água que espelha suas  imagens refletidas no chão

Um som doce porém irregular e ansioso do violino (som mais agudo) une-se à pontuais vibrações de cordas de um violoncelo (som mais grave) sincronizados aos cortes entre um plano mais fechado (câmera com zoom na equipe de dança) para cada vez mais distantes do objeto principal da cena, os dançarinos, evidenciando abruptamente a imensidão solitária no qual estão inseridos e sugerindo um sentimento de desconforto com a inserção de um sentido: quanto mais distante o plano, mais nos dá a impressão de que estamos sozinhos em meio ao vazio. 

imagem cena 3 – Plano maior, local de filmagem ambiente abandonado, cores, nitidamente frias, escada para qual leva ao nível das sombras

Ao chegarmos no plano maior, a câmera se aproxima gentilmente enquanto transforma o ritmo dos instrumentos de uma harmonia sufocante, para uma triste e delicada com notas mais limpas e uniformes, estimulando um sentimento de empatia com a narrativa da coreografia e da música. 

Os cortes passam a apresentar diversos ângulos da batalha e vivência do bailarino principal, ao mesmo tempo que suas “sombras” o auxiliam com a coreografia, elas passam a assumir o papel de carrascos, prendendo-o, impedindo-o, jogando-o para baixo,  o que vocês sentem?

Nesse ponto gostaríamos de inserir uma pausa para que você tente entender o que você sente, faça uma arte, seja ela escrita, um desenho, uma conclusão a partir do que você entende desse momento e guarde isso pro final. 

Durante o processo vocês conseguem imaginar os sentimentos dos bailarinos na expressão e movimentos do grupo? Em como os músicos transmitiam sua expressão na forma como as notas fluem? Ou na beleza e mensagem das imagens das cenas, o olhar do diretor de fotografia? O sentimento dos produtores e compositores ao expressar uma letra tão profunda (afinal, ela é um dos elementos mais importantes da narrativa certo)? Ou na maneira que os integrantes do BTS receberam essa criação colaborativa? Queremos saber sobre suas respostas a essas perguntas? Faça e salve para depois.

Oceano com toda a luz silenciosa fechada, sim sim sim”. Lasers são ligados simulando uma prisão de luz, mostrando os dançarinos travando uma intensa batalha contra o dançarino principal, seria ele lutando contra si mesmo buscando sentido, uma forma de lidar consigo mesmo?

imagem 04 prisão – plano maior, uma luz clara que ilumina o ambiente escuro, os bailarinos prendendo o dançarino principal em uma cela feita de luzes/ lasers, como grades/barras finas, sensação de cores frias, e plano geral desfocado

O bailarino liberta-se e com uma dose de coragem enfrenta seus companheiros impondo sua autonomia. Seus movimentos, nesse instante, conversam com a música: de alguma forma se descobrindo, se superando. “Eu me vi, me vi” diz o conjunto de vozes harmônicas enquanto o bailarino olha fixamente suas sombras com uma postura dominante.

imagem 05 i see myself  – plano fechado nos bailarinos, cores frias, tons de cinza – mesmo ambiente porém mais iluminado, bailarino principal inclinando em posição de ataque/  enfrentando suas sombras

“Batimento cardíaco acelerado em meus ouvidos bump bump bump” a música passa a tomar um ritmo mais acelerado e os movimentos passam a transmitir um sentimento de euforia, adrenalina, conquista. Até que o bailarino bloqueia suas sombras e segue sozinho com movimentos mais livres, sendo acompanhado pela orquestra modificando a suavidade da harmonia a transformando em uma melodia irregular carregada de tensão, até retornarmos ao silêncio inicial potencializando o som de seus passos ao descer as escadas. Dessa vez, o personagem, o qual nos ligamos pelo art film através de sua história, assume um papel diferente. Seria para uma autoavaliação? Ou para um momento de pausa e preparo para a sequência de sua jornada?

O plano passa a focar o chão, mas assim que um de seus pés entra no quadro a música inicia com a mesma intensidade e euforia. Nesse instante suas sombras retornam, contudo a postura do personagem muda completamente e em uma luta eufórica ele aprende a convencê-las a favorecer seu objetivo. 

Os bailarinos vestidos de preto se unem em torno do dançarino principal, da mesma forma como iniciaram a coreografia e usam a mesma sequência de planos (lembram das colunas que formam um quadro? Percebem que desta vez, o quadro e a luz estão completamente escurecidos? Seria esse o momento em que ele passa a focar no que ele está caminhando para ser e não no que ele poderia ser ou foi?), contudo, agora as sombras o impulsionam para cima. A câmera (o olho do espectador), por sua vez, move-se de forma que acompanha os movimentos do dançarino para cima, levando a verdadeira sensação de vôo, liberdade e finalização, ou talvez de um novo começo, juntamente com a música que agora está mais leve e tranquila diminuindo aos poucos sua intensidade até que a tela fique totalmente preta. 

Reparem que falamos sobre o olho do espectador ser representado pela câmera. Ao término do art film, ela sobe com o intuito de dar a impressão de que o personagem principal realmente conseguiu voar. Tendo em vista os vários planos e ângulos utilizados durante todo o Art Film, com esse movimento, será que o diretor sugere que no durante o conflito e momento do vôo, o espectador, também tem seu papel na luta interior de outra pessoa e auxiliam à voar? 

A arte pode ser absorvida de inúmeras formas e o que caracteriza nossa interpretação e absorção é o nosso conhecimento de mundo e o nosso conhecimento científico. Possuir pouco conhecimento não nos torna menos entendedores, nos proporciona experiências diferentes. É importante compreender que estudar é uma boa maneira de obter entendimento sobre determinado assunto, agregando às vivências e ao campo das sensações.

A interpretação da arte, portanto, é uma mistura do sentimento individual com compartilhamento de informações e impressões coletivas. Ela sempre está em construção e por esse motivo, muitas vezes, quando vemos algum tipo de obra novamente, sua interpretação pode mudar porque você mudou, porque adquiriu novos conhecimentos e experiências. Mas após o processo de absorver, a sua maneira, quais reações e pensamentos essa forma de expressão produz em você, ela pode ou não se ligar ou complementar a forma como você se expressa, criando coisas novas em um processo colaborativo. Isso é uma forma de fazer arte.  

Para finalizar gostaríamos de criar o ponto de relação final entre o M/V e o filme Cisne Negro.

No filme, a pressão que Nina se impõe, juntamente a busca incansável pela perfeição e pelo sucesso se torna um peso para ela. Relacionamos com a mensagem presente na música: conecta a toda essa pressão, sacrifícios e dores que os próprios membros do BTS sofreram e carregam em prol de voarem e continuarem a “voar alto” que se traduz  em reconhecimento e sucesso.

A personagem principal se esforça tanto, que não vive e não aproveita o momento. Ela apenas trabalha automaticamente em busca da perfeição, e o que é um bailarino sem paixão? 

“O coração não acelera mais quando escuta a música começar / Estou tentando levantar mas parece que o tempo parou / Oh, essa seria a minha primeira morte, aquela que eu sempre temi (…) Meus pés errantes presos à uma rotina sim, sim, sim”

Neste trecho a letra da música aborda justamente isso, o medo de se perder no processo para “continuar no topo”, no processo de inovar e atender à expectativas, sucumbir à pressão e à uma rotina  de práticas exaustivas que levam o artista a perder a paixão por produzir o que tanto ama, no caso, a música.

A partir daqui podemos notar a diferença entre o M/V e o filme. No M/V o personagem principal, nos dá a impressão que consegue achar uma solução para seu “conflito”. Em contrapartida, Nina,  acolhe suas sombras, e permite que elas tomem o controle, não conseguindo assim encontrar um equilíbrio. Esse conflito no drama a leva para caminho oposto do dançarino principal,  que moldou suas próprias asas para que pudesse voar.

Agora pegue tudo que você produziu a partir dessa leitura e mande pra gente, caso se sinta confortável, pode ser pela DM do nosso twitter e/ou insta @BAA_twt, pode ser por e-mail também. Não iremos julgar sua produção, queremos entender o alcance do nosso trabalho e como ele te afeta de maneira direta, você também pode compartilhar com a gente na tag #ArtecomBAA, obrigada por ler até aqui, esperamos que sintam e vejam coisas com um olhar mais profundo e científico que te permita trabalhar em cima do que o BTS apresenta.

Como informação complementar mas não diretamente ligada ao k-pop sugerimos que assistam o documentário “I needed color”.

14 comentários em “Do Your Thang – Ato 1”

    1. Olá! 💜 Obrigada pela sua mensagem! Ficamos muito felizes em saber que você gostou do nosso trabalho! Esperamos que tenhamos te inspirado um pouquinho! Caso você queira receber mais informações sobre nossos próximos projetos, pode deixar seu e-mail aqui nesse formulário!
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    2. A arte tem mudado minha vida de uma forma surpreendente a partir do BTS. Desde que eu entrei para o mundo do k-pop mais especificamente pro fandom do Bangtan,a dança vem fazendo parte de mim de uma forma magnífica e sem explicação, a dança diz o que as palavras ñ conseguem dizer/descrever , ñ importa se eu estou triste ou animada eu sempre me expresso com a dança. Essa paixão despertou em mim um enorme sonho de fazer faculdade de dança e abrir uma academia de dança (por exemplo: 1million) e mostrar a todos os novos pesquisadores sobre o Bangtan que através desse maravilhoso grupo e magnífica cultura pode surgir um enorme e espetacular sonho.
      Parabéns pelo trabalho vou estar sempre acompanhando vocês 💖💖

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      Ficamos muito felizes pelo seu interesse em participar do nosso projeto! No momento não estamos recebendo novos membros na nossa Equipe, mas em breve abriremos uma seção do Portal para submissão de trabalhos completos, bem como projetos para conectar outras ARMYs acadêmicas. Caso você queira receber informações antecipadas, pode deixar seu e-mail aqui nesse formulário!
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  1. Eu nunca vou me cansar de dizer o quanto o BAA é incrível e o quanto eu sou grata por todos que dão vida a esse projeto. Desde o primeiro momento que soube que esse projeto existia eu senti uma ligação, não sabia explicar o porque, principalmente por não saber do que se tratava, mas depois de tudo que eu senti aqui agora, eu entendi o motivo. Agora eu sei que o BAA é mais uma ferramenta pra me ajudar a dar vida e a entender mais da minha arte como parte de algo que eu sou.

    Muito obrigada mais uma vez, principalmente a Catharina, Kimberly e Juh por darem vida a esse painel .

    1. Oi! 💜 Obrigada pela sua mensagem! Ficamos muito felizes em saber que você gostou do nosso trabalho! Esperamos que tenhamos te inspirado um pouquinho! Caso você queira receber mais informações sobre nossos próximos projetos, pode deixar seu e-mail aqui nesse formulário!
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