Produtividade & Procrastinação: é possível conciliar

Fonte: imagem de divulgação Big Hit Entertainment
Equipe Como Fazer

Olá, pessoal! 

Nós, do Painel Como Fazer, estamos sempre tentando trazer assuntos que possam ajudar os novos estudantes a viver a primeira experiência acadêmica, da melhor maneira possível. Já falamos muito sobre organização, planejamento e procrastinação. No entanto, acreditamos que a procrastinação, assim como questões de produtividade são muito comuns no cotidiano de todos os estudantes. Assim, consideramos que um texto centrado nessas questões poderia ser muito útil. Então, eis mais um.

Procrastino ou não, eis a questão!

Douglas Leal
Revisado por: Helmer Marra e Mariana Mathias

Falando sobre produtividade,  constantemente,  o pensamento é o de quantidade, de fazer o máximo possível no tempo disponível. Sendo justamente nesse pensamento que começam nossos problemas. Nós herdamos esse modo de pensar sobre produto e quantidade do sistema capitalista, onde estamos inseridos. Neste sistema, principalmente, quando pensamos sobre o capitalismo clássico, que surgiu no século XIX, advindas revoluções das máquinas, o tempo é sempre curto e a produção não pode parar. Pois, quanto maior a produção, também serão maiores as vendas e os lucros. No entanto, mesmo no século XXI,  com diversas mudanças na nossa sociedade, esse raciocínio segue assombrando e causando-nos diversos bloqueios. Todavia, muito diferente de uma fábrica, um trabalho acadêmico apoia-se não só na quantidade de dados, mas na qualidade e nas conclusões do processo de pesquisa.

Desta forma, o sentido de produtividade, que devemos exercitar em nossas vidas acadêmicas, é o de qualidade. Atualmente, com tantas formas de distração e com o aumento da pressão por produtividade,  torna-se cada vez mais fácil perder-se na procrastinação. Na parte 3 da jornada do TCC , abordamos o “ciclo vicioso” da procrastinação que consiste, a princípio, em uma sequência de ações que engatilham umas às outras criando este ciclo.

Ciclo vicioso da Procrastinação Fonte: Elaborado pelo autor

O ciclo não tem um início, meio e fim, podendo iniciar-se em qualquer desses gatilhos mencionados na imagem “ciclo vicioso”. A procrastinação pode ser considerada o principal gatilho desses problemas, mas devemos ter consciência de que ela não surge sem um histórico. Muitas vezes, ela é um reflexo da pressão por um objetivo irreal ou mal planejado, podendo haver tarefas gigantescas que tornam-se enfadonhas. E ao imaginar o sofrimento que seria executá-las, ficamos com preguiça de dar início a elas. Porém, quando começamos a executá-las, elas acabam sendo muito mais simples do que pensávamos.

Durante todo o processo de escrita da série “TCC: Uma Jornada”, podemos começar a identificar diversas táticas e processos que podem ajudar manter-nos focados, não somente auxiliando a área acadêmica, como também em nosso cotidiano. A maioria desses processos e táticas foram reunidas de diversas fontes, como influencers que falam sobre produtividade, livros de autoajuda, estudos de produtividade, podendo esses materiais serem  adaptados para a realidade.

Aqui estou eu, procrastinando ao invés de estar escrevendo.

Então, será possível conciliar produtividade e procrastinação?
A resposta tem que vir de vocês, na verdade

As “técnicas milagrosas” já publicadas como flow time, auto-foco e getting things done entre outras podem ser verídicas, mas, por vezes, causam mais malefícios do que benefícios. Pois, os estudantes deveriam enfrentar isso como uma forma de encarar a vida, não como a única alternativa disponível. Todas elas  baseiam-se em uma média de pessoas, e isso nem sempre aplica-se à realidade de todos nós. Existe uma variedade de cenários e experiências:  há quem trabalhe, há quem só estude e há pessoas com dificuldades cognitivas ou físicas. São estes alguns fatores e influências que podem dificultar ou facilitar a realização dos projetos que propomos-nos a fazer. No entanto, isso não deveria impedir-nos de realizar nenhum deles, mas ter consciência destes facilitadores e dificultadores que apresentam uma série de decisões e adaptações que devemos fazer para concluir nossos objetivos. 

“Tendo este pensamento, eu (Douglas: oii), trago um compilado de técnicas e táticas que eu apliquei e adaptei para a minha realidade, mas, esclareço que existem diversos métodos e que nada do que eu explicar é regra. Deixo dicas de outros influencers que indicam métodos diferentes que vocês, também, podem aplicar no cotidiano de vocês”.

Essas dicas dividem-se no que gosto de nomear “Tríade da procrastinação” consciente. Isso consiste em planejar uma meta de produção com “recompensas” de tempo ocioso, que trarão um resultado positivo relacionado aos nossos objetivos. Mas, não engane-se, esse tempo ocioso não será inútil, se você for consciente em relação à qualidade das atividades que você desempenha durante esse tempo.

Produção e Planejamento:

Antes de tudo, temos que ter o nosso objetivo, isso possibilitará que destrinchemos nossos planejamentos em pequenas tarefas que não possam parecer tão assustadoras, quando olharmos para elas. Consequentemente, o planejamento torna-se essencial, podendo praticar diversas técnicas e utilizar ferramentas para ajudar-nos nisso. Entre as ferramentas, estão os aplicativos do Google como o Planilhas, Drive e Documentos, o aplicativo Trello, uma agenda digital ou física, ou bloco de notas, entre outras. Essas ferramentas conciliadas a algumas técnicas de organização, é possível adaptar elas para as nossas necessidades.

A principal técnica utilizada na “Tríade da Procrastinação” será a técnica de “Pomodoro” que, além de ajudar-nos a diminuir as tarefas em pequenas partículas de tempo, também diminui a sobrecarga, com tarefas específicas.

Veja esta explicação rápida do que é a técnica de “Pomodoro”:

O objetivo da técnica de “Pomodoro”  é manter um ritmo de produção leve e que permita-nos experienciar um fluxo de produtividade mais dinâmico. Logo, precisamos executar alguns passos: 

*Primeiro: Tenha em mente todos os objetivos e tarefas do seu projeto, assim você conseguirá planejar o seu cronograma de estudos.

*Segundo: Determine o período que você passará estudando por dia, um aplicativo como o Google Calendar ajuda muito a organizar horários e tarefas de uma forma simples e visual.

*Terceiro: Sabendo o período e quais tarefas você executará, devemos dividi-las em pequenos blocos de tempo. Abaixo, apresento um simples exemplo de cronograma de estudos semanais:

Quadro Cronograma de estudos Fonte: Elaborado pelo autor

Como observamos no quadro acima, temos pequenas sessões de 25 min cada com intervalos de 5 a 10 minutos, intercalando tarefas distintas. O ideal é que você não force-se a retornar a tarefa anterior, se não quiser, intercale tarefas articulando-as entre si, porque, você pode distanciar-se um pouco de uma tarefa que você não quer fazer, mas não perde tempo, porque estará colocando em dia outras tarefas necessárias.

Tendo consciência de que tarefas acumulam-se e isso pode tornar-se um problema, sobrecarregando você. O meu conselho principal quando uma tarefa está enfadonha ou complicada, é tentar diminuí-la em etapas que você executará a prazo. Isso tornará as tarefas cada vez mais fáceis; também você ficará menos tempo martirizando-se pelas tarefas inacabadas. 

Recompensa e Procrastinação:

O segundo pilar da “tríade” é a recompensa, essa parte é totalmente dependente do indivíduo que aplicará esses processos, porque o que é compensatório para uma pessoa,  poderá não ser para outra. Nesse caso, apresentarei a minha experiência: eu tenho muita facilidade para perder-me em pensamentos e feeds de redes sociais. Então, o primeiro passo da recompensa é perceber quais são os seus pontos fracos.  

Você tem dificuldade, assim como eu, de focar muito tempo em uma única coisa e vive abrindo feed das redes sociais só para dar uma olhadinha? Então, o primeiro passo é colocar o celular em modo avião durante o período de estudos, tendo consciência que as redes sociais não são recompensas, mas são distrações problemáticas. 

A real recompensa é você poder tirar um tempo para espairecer a cabeça de uma tarefa mental cansativa e da exposição às redes sociais, uma vez que é muito nociva para o nosso foco, onde perdemos muito facilmente a noção do tempo. Por isso, opte por usar seus intervalos para algo que você possa fazer em 5 a 10 minutos: ouça uma música, assista um M/V ou leia um capítulo de uma webtoon. Pensando nisso, um dos blocos de intervalo no planejamento, que localiza-se precisamente no meio do cronograma de estudos, deve ser o de maior tempo, cerca de 10 a 15 minutos. Também, em alguns casos em que o maior intervalo ocorra durante uma refeição, o intervalo pode ser maior, entre 25 a 30 minutos, dependendo do tempo total de estudos que você dispõe.

Concordo, porém,  o que eu posso realmente fazer durante esses intervalos?

Precisamos atentar-nos ao que é procrastinar de uma maneira consciente. Nesta perspectiva, ter consciência de algo, é ter domínio sobre aquilo que você está consciente, você tem a escolha de determinar como e quando fará. 

Durante a produção do meu trabalho de conclusão de curso (TCC), eu estava no auge do meu consumo da cultura coreana; tudo o que eu consumia relacionava-se com cultura coreana  e isso ajudou-me muito na minha pesquisa. Porque, sempre que eu procrastinava para escrever, eu estava pesquisando coisas sobre K-Pop, assistindo dramas coreanos. Logo, como a minha pesquisa era relacionada ao consumo da cultura, a minha procrastinação ajudou-me no processo de entender os dados que eu coletava. Todavia, paralelamente,  isso descontrolava-me quando não produzia para procrastinar, por isso, o autocontrole e planejamento são essenciais nesse momento.

A minha dica,  nesses momentos, é conciliar esses pequenos períodos de estudo com coisas que descansam a sua cabeça, mas que estejam relacionadas ao que você está pesquisando. Tente relacionar a sua área de pesquisa que, sob minha perspectiva, deve ser algo que você goste muito para que esse projeto não se torne um martírio.

Para vocês que tem a pesquisa diretamente relacionada à cultura ou história da Coreia, eu indico que assistam dramas históricos e leiam livros, que retratam os períodos antes e pós ocupação japonesa. Dado que neles vocês terão contato com costumes, artes, moda e arquitetura aplicadas nos seus contextos originais.

Aqui vai algumas indicações de dramas:

*Devemos considerar que todos esses dramas e filmes são dramatizações de períodos históricos e por esse motivo não servem como referência histórica confiável, mas podemos ver como costumes, vestimentas e arquitetura funcionam nos períodos retratados assim como a música da época. Encare os dramas como um display cultural que sumariza diversos aspectos culturais e depende de vocês pesquisarem e entenderem realmente as origens de cada costume do país.

Para as pessoas que tem um foco na música, recomendo alguns podcasts que falam da cena musical coreana e alguns profissionais da música. Tenho duas indicações bem legais de podcasts que falam sobre isso e muito mais:

K-pop Daebak w/ Eric Nam (este podcast tem uma versão em vídeo no YouTube com legendas automáticas traduzidas para português)

É difícil acompanhar todos os novos lançamentos de K-pop e ainda mais difícil ter uma visão privilegiada da indústria K-pop. Todas as segundas-feiras, junte-se a Eric Nam, um veterano de longa data na indústria como artista K-Pop, enquanto ele analisa as melhores músicas novas da semana e ocasionalmente, entrevista os próprios artistas. Se você gosta de K-Pop, está curioso para saber como é ser um artista ou, simplesmente, interessado em aprender mais sobre a indústria em geral, este é o podcast para você.

Kpapo

Érica Imenes e Babi Dewet mergulham no mundo do K-Pop para explorar e explicar esse fenômeno tanto para quem já ama e acompanha a cena como para quem (ainda) não foi cativado pela cultura 

Além disso, dependendo da sua área de estudo, com certeza conseguirá encontrar algo relevante relacionado à cultura coreana e ao BTS, se pesquisar a fundo. E vocês, têm o site do B-Armys Acadêmicas (BAA) com um catálogo grande de textos, e crescendo ainda mais a cada semana, falando de diversas questões que permeiam o fandom Army, K-pop e o BTS. 

Retorno e Produtividade:

O terceiro pilar e, sob minha visão, o mais importante deles  é o “retorno”, pois, é aqui que você avaliará o que está ou não funcionando. Nesta etapa, é necessário, termos consciência do que estamos errando e acertando. Assim, adaptando até desistir de fazer algumas coisas para mantermos a nossa sanidade mental. 

Alcançar a meta é o ideal, ficamos animados que está tudo em dia, mas pode ser uma ilusão.  Muitas vezes, só conseguimos finalizar as tarefas porque fizemos realmente só aquilo que podíamos e, era necessário respeitarmos os nossos limites,  forçamos-nos a executar planos megalomaníacos. Essa ilusão produz uma confiança de que conseguiremos alcançar a meta, porém é um “tiro no pé”. Encare a vida como um jogo que a cada nível que você alcança, você fica mais forte.  Entretanto,  o mundo a sua volta fica mais difícil e a crença que você está mais forte que o mundo, é só isso uma ilusão, logo precisamos estar conscientes e bem estruturados.

Planejar pode ser enfadonho, mas ter em mente seus planos são o ideal para seguir sem perder-se.

A dica aqui é utilizar-se das ferramentas e dos métodos de uma maneira que ajude você a estruturar seu cronograma. Também, se você não é uma pessoa que está sempre atenta aos aplicativos e ferramentas online, o melhor é optar por uma agenda física onde você possa registrar suas tarefas, ideias e o seu planejamento.

Como comentei ao início do texto, indico alguns livros, canais no YouTube e podcasts que articulam sobre o assunto, apresentando diferentes dicas para melhorar a produtividade e trabalhar os cuidados pessoais com a mente.

Mariana’s Corner – Produtividade (canal em inglês com legendas automáticas traduzidas em português)
Rowena Tsai – Produtividade e Cuidados Pessoais (canal em inglês com legendas automáticas traduzidas em português)

Producast – Organização e Produtividade Pessoal
O objetivo deste Podcast é compartilhar dicas sobre Produtividade, Gestão de Tempo, Projetos e Organização Digital para as pessoas e empresas. Aqui falamos de dicas reais de como usamos e testamos as mais diversas ferramentas e metodologias de produtividade.

A arte de fazer acontecer

Sua mente deve estar livre para criar, e não preocupada em reter informações. Foi com esse argumento que David Allen criou o método GTD – Getting Things Done: um sistema de gestão que tem ajudado inúmeras pessoas e empresas a colocar ordem no caos.

Considerado a principal autoridade no campo da produtividade, Allen trabalhou com os melhores e mais brilhantes talentos do mundo defendendo a teoria de manter “a mente clara como água” e abordando o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

Fonte: Editora Sextante

A arte da procrastinação

Pode soar contrário ao senso comum, mas funciona: você pode realizar muitas coisas deixando-as para depois. Essa é a filosofia apresentada no livro A arte da procrastinação. Se você é do tipo que reluta em entregar as coisas no prazo estabelecido, se distrai facilmente, navega na internet em vez de pagar as contas, ou é do tipo que compra o presente do seu amigo a caminho da festa, este livro vai mudar sua vida. Com uma linguagem simples e direta, John Perry nos mostra, por meio de exemplos práticos, como repensar a importância de nossos afazeres e conseguir realizar todos eles (e muito mais!), mesmo quando adiamos aquelas tarefas mais chatas. Prepare-se para descobrir estratégias efetivas e cientificamente testadas contra a procrastinação, mas lembre-se de que, acima de tudo, é necessário aceitar sua tendência a deixar as tarefas para amanhã. Crie coragem, faça o que tem de ser feito, mas não deixe, é claro, de aproveitar o tempo que você perde.

Fonte: Editora Paralela

Micro-hábitos: As pequenas mudanças que mudam tudo

A mudança é fácil ― uma vez que ela começa, cresce por si só. E BJ Fogg vai mostrar exatamente como fazer isso. Deixe para trás a fadiga. Livre-se da culpa. Pare de se sentir mal a todo momento. Melhorar sua vida é muito mais fácil do que você imagina: basta pegar um hábito, reduzi-lo à última escala e descobrir onde se encaixa de maneira natural em sua vida para que ele cresça praticamente sozinho.BJ Fogg, guru do Vale do Silício e pesquisador renomado da psicologia humana, desvendou o código de como se forma um hábito. Baseado em vinte anos de estudo e utilizado por mais de 40 mil pessoas, seu método Micro-ábitos revela que a chave para a mudança de comportamento é o oposto do que sempre foi dito. Não é sobre força de vontade: é sobre o foco no que é fácil de mudar. Micro-ábitos oferece um guia prático, inédito e imediatamente aplicável. Não é apenas um resumo de métodos que já existem ― cada capítulo traz descobertas intrigantes e passos simples para melhorar sua vida, baseados na pesquisa revolucionária de BJ Fogg. Aprenda a direcionar sua atenção para o que quer fazer (e não o que os outros acham que deveria fazer) e você vai descobrir que cultivar uma vida mais feliz e saudável pode ser fácil e surpreendentemente divertido.

Fonte: Editora HarperCollins

Neste texto, introduzi diversos recursos e propostas que podem auxiliar na melhora da produtividade no cotidiano de cada um. Recomendo, então, que vocês usem essas referências e se aprofundem nas técnicas que chamaram-lhe mais a atenção. Acredito que cada pessoa deve desenvolver um método que adapte-se às suas necessidades, misturando as ideias de cada recurso que melhor encaixam-se em sua rotina e modo de vida. E vocês o que acham sobre esse assunto, já ouviram falar sobre essas técnicas ou já usam alguma diferente, conte para  nós, marcando o @BAA_twt nas redes sociais, também usando a hashtag #PainelComoFazer. queremos saber mais sobre como vocês estudam.

Eu adoro falar sobre planejamento e procrastinação, então se você leu outros textos que escrevi no Painel Como Fazer, já deve ter percebido isso. Pretendo escrever mais sobre este assunto e dar dicas de conteúdos multimídias para que possamos procrastinar com mais qualidade. Fiquem atentos ao que virá!

Até a próxima!

Glossário

  • Enfadonho: Que provoca enfado, tédio; em que há monotonia: não existe nada mais enfadonho do que uma festa chata.
  • Verídico: Que fala ou demonstra a verdade; que está em conformidade com os fatos ou com a realidade: depoimento verídico.
  • Espairecer: Distrair-se através do entretenimento ou do lazer; tentar livrar a mente das preocupações; distrair-se, entreter-se: preciso andar um pouco para espairecer as ideias.
  • Webtoon: Webtoon é um termo usado para descrever webcomics (quadrinhos para a internet) ou manhwas sul-coreanos que são publicados online.
  • Fandom: Fandom é um termo usado para se referir a uma subcultura composta por fãs caracterizados pela empatia e camaradagem por outros membros da comunidade que compartilham gostos em comum. Um fandom pode surgir ao redor de qualquer área de interesse ou atividade.

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