GABRIELLY GUIMEL

23 , CAMPINAS - SP
JORNALISTA

Gabrielly Guimel é graduanda em Jornalismo, sua especialização é em mídia impressa e digital nas técnicas de diagramação, editoração e design de revistas. É natural da cidade de Niterói, Rio de Janeiro, nascida em 18 de julho de 1996, concluiu seus 22 anos na cidade maravilhosa se mudando para o interior do estado de São Paulo. A mudança de cenário drástica foi devido ao seu sonho de se formar em uma faculdade que lhe desse a segurança acadêmica para ingressar ao mercado de trabalho. Seu sonho desde aos 14 anos era trabalhar com jornalismo de revista, ficava deslumbrada ao ver o filme o Diabo Veste Prada e toda a dinâmica de funcionamento de uma redação. O jornalismo para ela é algo misterioso que dá um frio na barriga, empolgante. 

Se mudou para a cidade de Campinas, interior de São Paulo em meados de 2018. Atualmente trabalha na SF Editora, onde publica revistas técnicas no setor industrial, sendo responsável pela diagramação de todas as publicações da empresa. Colaborou para o blog do canal de música Minuto Indie, onde escrevia notícias, artigos e cobertura dos eventos do festival 5 bandas. 

Conheceu o BTS no início de 2019 através de uma amiga da faculdade, onde uma nova realidade musical, cultural e social foi lhe apresentada. A era de Wings caiu como um soco na boca do estômago de tamanha curiosidade. O BTS lhe veio como um refresco de algo que não sabia que precisava. Poderia dizer que a jornalista foi fácil para o septeto, Jin integrante mais velho foi o primeiro a lhe cativar, perdendo após duas semanas, para o segundo mais velho, o rapper Min Yoongi se tornando seu ultimate. 

O BTS tem uma narrativa de grupo que atrai o receptor em se aprofundar a todo esse universo que eles propõem e por causa disso os tornei objeto de pesquisa para o meu TCC onde uso as literaturas inspiradas nos álbuns Wings e Map of the Soul: Demian de Hermann Hesse e Mapa da Alma de Murray Stein na criação de um conceito para uma revista adolescente, influenciando sua linha editorial. Encontramos uma carência nesse mercado sobre o que é noticiabilidade para o público juvenil e quais pautas são realmente importantes de se discutir. O grupo em todas as suas eras utilizam uma linguagem universal para falar de quebra de tabus, a busca do si e o encontro de sua própria voz, sendo esses alguns dos objetivos da revista. Além de uma grande reportagem neste mesmo veículo sobre racismo e xenofobia na indústria estadunidense, frisando o caso do VMA’s 2019, onde há uma máscara que esconde o preconceito social, através de subcategorias em premiações fonográficas. 

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